Terça-feira, 26 de Abril de 2016

ZECA CALIATE VOZ DA VERDADE

ZECA CALIATE VOZ DA VERDADE,

zeca.JPG QUEM É O GRAÇA CHONGO, PERTENCENTE AO GANGUE CLEPTOCRATA FRELIMISTA??

                         O actual chefe do Estado Maior General das Forças da Defesa e da Segurança de Moçambique (F.D.S.M) dá pelo nome de Graça Chongo, e eu Zeca Caliate Voz da Verdade, conheço-o pessoalmente desde o tempo em que viajei com ele no longíncuo ano de 1970, onde faziamos parte da comitiva que acompanhou Samora Moisés Machel numa das suas incursões á Província de Cabo Delgado. As informações que obtive durante a minha estada ali, sobre o Chongo, era de que se tratava de um bom guerrilheiro e bom combatente, e as mesmas informações indicavam que Graça Chongo foi um dos comandantes corajosos naquela frente de combate e comandou a principal base de artilharia denominada de ´´Gungunhana`` que estava instalada próximo de Mueda, e mais tarde tive a informação, que tinha acionado uma mina antipessoal quando efetuava um reconhecimento na companhia de outros guerrilheiros, a um aquartelamento de comandos das forças Portuguesas, na antiga plantação de algodão sita no planalto dos Macondes, no Sagal, na mesma Província de Cabo Delgado, pois o grupo por ele comandado, tentava lançar um ataque no referido quartel do Exército Colonial.

               Não obstante, depois do ferimento foi evacuado pelos seus camaradas para o Tanganyika, onde posteriormente, e como era natural do Sul, foi prontamente socorrido e enviado de imediato, para a antiga República Democrática Alemã ou seja, a Alemanha de Leste, tendo recebido os cuidados de saúde que necessitava, inclusivé foi obrigado a pôr uma perna postiça. Quando melhorou, regressou a Dar-és-Salaam, e foi recebido calorosamente como um herói da luta pela Independência Nacional pelos Cleptocrátas ganânciosos Frelimistas do Sul do Save.

             Mais tarde regressou á Europa, onde foi tirando cursos de carácter militar nalguns Países pertencentes ao bloco de leste ou seja ao bloco de Países Comunistas pretencentes á antiga União Soviética. Mais uma vez regressou áquela cidade do Mualimo (professor) Júlios Nyerere. Como consta, durante a sua permanência em Dar-és-salaam, foi-lhe descoberta outra doença de carácter psicológico, provavelmente foi por ele desenvolvido, durante a luta armada. Em Dar-és-salaam, continuou com os tratamentos para a saúde e a receber os apoios da Frelimo, na qual, a mesma, dava aos incapacitados de guerra considerados especiais e aos naturais do Sul, é o caso de Armando Panguene, que também se encontrava nas mesmas condições e teve o mesmo apoio da organização.

                   Depois do 25 de Abril de 1974 em Portugal, que pôs termo à luta armada em Moçambique, e que culminou com a entrega da Independência a Moçambique em 1975, O Graça Chongo, Armando Panguene e outros, constaram na lista de deficientes de guerra, e que a Frelimo pôs de lado como inúteis de Estado e que de modo nenhum poderiam exercer funções de elevado relevo nas decisões da Nação, por terem supostamente problemas do foro psicológico, e como tal, estariam incapacitados de dirigir certos ramos vitais, como por exemplo, o de chefe do Estado Maior General das Forças Armadas de Moçambique. Depois de estas constatações e que se tornaram Públicas a determinada altura da nossa História, só em Moçambique é que se passam este tipo de aberrações que ajudaram em muito, a pôr o País no descalabro social em que se encontra, através das armas e ainda por cima, lideradas por mentes cleptocratas e em falência cerebral, isso o Povo Moçambicano já não pode permitir. GRAÇA CHONGO, é extremamente desiquilibrado, nervoso e perigoso. No entanto não estranhem, que quando se olha para ele, empoleirado no cadeirão do seu gabinete na sua qualidade de Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, bebendo tranquilamente seu Whiskey, do qual já não se consegue livrar, para minimizar os estragos psicológicos infernais de que padeçe e depois adormece, quando acorda dá ordens sem reflecção, e quando lhe apetece e fica agitado, manda executar por fuzilamento alguns dos soldados. Este é um crime de um governado que se diz institucional e que escolhe um deficiente de guerra para comandar um exército. São estes os grandes anarquistas da Teia Frelimista.

               O Graça Chongo, a meu ver, não é culpado, mas sim os que o colocaram lá como chefe do Estado Maior, isto é grande estratégia criminosa no seio dessa Grande Organização do Crime Organizado. O objetivo, não é planear uma ação militar contra qualquer força inimiga, mas sim, para estratégicamente planear os crimes contra aqueles que não aceitam ideologicamente a Gangue de Mbavas da Frelimo na sua génese Marxista. Ele foi posto nesse lugar, para assinar óbitos dos opositores do regime e serve como defensor de uma rede de falsificadores económicos e lavagem de dinheiros de Estado. Trata-se de uma vasta rede de criminosos perigosissímos que desgoverna e rouba o Estado Moçambicano desde os tempos da nossa Independência.

             Por isso, eu Zeca Caliate, General Chingòndo, costumo escrever inúmeras vezes, exortando aos Moçambicanos, que redobrem os seus esforços em apoiar a luta Democrática e de verdadeira Libertação, que é levada a cabo pela RENAMO sob a liderança do homem mais forte do nosso País, para expulsarmos os criminosos da nossa Pátria que cada dia que passa continuam a endividar este País em nome dos Moçambicanos. Não podemos ficar indiferentes perante esta situação á espera de milagres que desçam á terra para nos salvar. A Frelimo, se nós permitir-mos, dará cabo de nós todos sem pestanejar e não duvidem das minhas palavras porque o que temos verificado diáriamente através das fontes no terrreno, o plano dos esquadrões da morte está em marcha e vêm dar razão ás minhas palavras. Basta ouvirem os discursos inflamados e recheados de muita mentira e cinísmo proferidas pelo GOMATE WA ZAURINHA, o tchoti Macondinho. Ora hoje diz uma coisa sobre a Paz, e em seguida, faz precisamente tudo ao contrário apontando o dedo á Renamo. Que tipo de Paz quer esse canalha, que a Frelimo pôs lá para Inglês vêr, dizendo ser possível trazer Paz para Moçambique? Sonha também com milagres? É perda de tempo ainda escutarmos essa amostra de homem, e para mim General Chingòndo digo, enquanto o povo não disser basta á Frelimo, os nossos filhos serão forçados a ir saciar a fome voraz dos gananciosos Chefões através do serviço militar obrigatório e ali serão assassinados a sangue frio ás ordens de Graça Chongo para defender os esquemas da Canalhada que só pensa em gingar com a mola roubada através das intituições de Estado no esquema do ´´TÔ A PIDIRI`` aos Estrangeiros em nome do Povo Moçambicano... Enquanto o povo sofredor deste País, não se levantar e revoltar em massa contra os traidores da Pátria, o País não terá solução. Paralizemos o País até essa gentinha sair do Poder, vamos cavar buracos fundos nas estradas deste País para boicotar os negócios desses ladrões em nosso nome, enquanto outros, deitem árvores e pedras nas estradas, desçam as avenidas, ruas e estradas em protesto se necessário com paús, catanas, zagaias, machados, flechas, canhangulos etc. etc. Temos que parar com esta encruzilhada em que a Frelimo nos meteu, e reclamar o direito que nós Povo, temos de exigir a prisão desses criminosos e gatunos do País para depois metê-los nos buracos do encarceramento. Depois proclamar num tom bem alto a nova Republica de Moçambique e hastear uma nova bandeira Nacional sem lugar a AK-47 na bandeira e escolher os novos líderes para conduzir o País dos Moçambicanos. Sei que não será fácil, e muito sangue será derramado, mas venceremos no Final. Só assim, poderemos libertar a nossa Pátria, hoje nas mãos de traidores. Caso contrário, estaremos condenados á sobrevivencia.

             Isto podia se chamar uma verdadeira libertação, e não esta fachada de libertação/liquidação levada a cabo pela Frelimo, que continua a chacinar os milhares de muitos Moçambicanos e que muitos morrem por culpa de terem nascidos em zonas erradas deste País. Se não fizemos para nós mesmos, ninguém o fará. É preciso cortar a cabeça da cobra que se encontra no seu reduto lá em Maputo. Eu pessoalmente General Chingòndo, estou a ponderar sériamente em vir a encabeçar uma das verdadeiras marchas pela Paz numa dessas estradas de Moçambique e aguardo por vós.

         Moçambique, vive e está mergulhada numa autêntica Anarquia, os Presidentes são todos oriundos do Partido dos camaradas e escolhem-se mutuamente entre eles e não se interessa se o fulano é competente ou é gatuno... O importante para o grupo dos Camaradas, é todos roubarem e pertencerem á Teia do mal, são todos incapazes politicamente e corruptos tecnicamente em todas as esferas Governativas do País. Esta situação não é de hoje, teve início quando Moçambique se tornou um País Independente em 1975 até aos dias de hoje. O Presidente da Republica, o Primeiro-ministro e restantes Ministros, Comandantes da Polícias, Juízes dos Tribunais, Governadores das Províncias, Administradores dos Distritos bem como chefes dos Postos, incluindo os funcionários públicos, pertencem a mesma rede da mesma mafia (MAFIA GRANDE E PEQUENA), é farinha do mesmo saco, é uma podridão de gentinha e todos são autênticos parasitas e exploradores do nosso País...a grande geração do ´´TÔ A PIDIRI``. Haja dignidade Moçambicanos, basta de viver de mão estendida...nós conseguimos muito melhor que isso, basta crer.

Os ultimos dias dão-nos indicações que a DITADURA está prestes a cair...por isso Resistentes, nada de desânimo porque a Vitória é certa.

 

26 de abril de 2016

Zeca Caliate


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Quarta-feira, 20 de Abril de 2016

O SÉRGIO ´´SERIAL KILLER`` VIEIRA, O ´´SOCIOPATA`` CADUCO

ZECA CALIATE, VOZ DA VERDADE

Zeca Caliate.JPG 

           O SÉRGIO ´´SERIAL KILLER`` VIEIRA, O ´´SOCIOPATA`` CADUCO, E UM DOS MAIORES SEM VERGONHA DA NAÇÃO, CONTINUA NA SUA SAGA DE AGITAÇÃO E MANIPULAÇÃO DOS TELESPECTADORES DA STV E EM GERAL A TODOS OS MOÇAMBICANOS QUE AINDA PERDEM TEMPO A OUVIR AS SUAS VERBORREIAS MENTAIS.

Antes de mais, para os leitores que desconheçem o significado de´´SOCIOPATA``aqui deixo a sua definição: Sociopata é uma palavra usada para descrever uma pessoa que sofre de sociopatia, uma psicopatologia que provoca um comportamento impulsivo, hostil e antissocial. A sociopatia é classificada como um transtorno de personalidade que é caracterizado por um egocentrismo exacerbado, que leva a uma desconsideração em relação aos sentimentos e opiniões dos outros. Um sociopata não tem apego aos valores morais e é capaz de simular sentimentos, para conseguir manipular outras pessoas. Além disso, a sua incapacidade de controlar as suas emoções negativas torna muito difícil estabelecer um relacionamento estável com outras pessoas. Os Sociopatas têm uma probabilidade maior de serem mentirosos patolólogicos e manipuladores, que se aproximam das pessoas para lhes fazer mal. Os Sociopatas não querem a sua amizade, o que eles querem com as suas "amizades" é conseguir seguidores leais. Eles podem vos tratar como um amigo para ter acesso ao seu companheirismo, mas não é sincero. Enquanto você acrescentar algo de valor a eles, algo de que eles precisam, eles irão mantê-lo por perto. Mas assim que se cansarem de si, você será abandonado. O sociopata não sente culpa ou remorso pelas coisas que fez aos outros, nem sente compaixão ou amor. A amizade dele com você, junto com qualquer aspecto exterior de carisma, charme, encanto ou afeto, são parte de sua persona pública. A sociopatia não tem cura.

 

O Sérgio “Assassino” Vieira o novelista pé rapado que se diz Moçambicano, ninguém o ignora e quase todos o conhecem, devido aos crimes hediondos que ele cometeu quando foi Ministro da Segurança no Governo cruel de Samora Moisés Machel em 1975, aliás foi o Sérgio “Assassino” Vieira que ordenou a deportação de milhares de Moçambicanos para campos de concentração e mortes lentas em Metelela - Niassa e Rua Rua, Cabo Delgado, ele que desiludiu e traiu os Moçambicanos de todo o País e que ficou sem memória na sua história contemporânea.

           Segundo consta, atualmente o Sérgio “Assassino” Vieira, vive num condomínio de luxo num dos bairros de referência na Capital do País, Maputo, onde leva uma vida de um autêntico Príncipe á moda Moçambicana e segundo a mesma fonte, ele quando dorme continua a sonhar com seu mundo marxista-leninista, onde continua a manter ligações estranhas. É um dos reformados do Partido dos Gansters da Frelimo, que continua a exibir a imunidade diplomática nos Países com quem Moçambique mantém relações diplomáticas, além disso o Partido dos Camaradas da Frelimo atribuiu-lhe outras regalias e benefícios de Estado que não são declarados nos seus rendimentos anuais.

           Politicamente a imagem do Sérgio “Assassino” Vieira, está desgastada devido ao seu passado. Por isso, está cada vez mais louco e resmungão quando se apresenta perante ao público Moçambicano através do canal televisivo STV.

       O criminoso Vieira, não têm remorsos nem tão pouco mostra arrependimento por aquilo que andou a fazer aos Moçambicanos, durante os anos que esteve estritamente ligado a governação Machelista. Este animal, deve julgar que o povo deste País é estúpido ou ignorante, e que não raciocina ou que não percebe aquilo que têm vindo a fazer ao longo deste tempo, ou porque pensa que os seus antepassados trouxeram para este País a melhor civilização e por isso, quer nos obrigar a seguir cegamente o seu caminho da manipulação, e se não concorda com ele, será sempre inimigo da sua própria terra. Não senhor... e se pensa desta maneira, está equivocado Sérgio “Assassino” Vieira, pois nós temos a nossa própria tradição dos nossos ancestrais que é inviolável e bem respeitada. Ó canalha Vieira, ainda não se apercebeu de que a sua defecação Mental, só manipula a opinião dessa nova geração de canalhas comunas que saiem das fileiras dessa Organização Criminosa que um dia se chamou Frente de Libertação de Moçambique, pior quando usurpa e falsifica os acontecimentos públicos alguns de carácter políticos. Ficava lhe bem manter-se lá na sua machamba ou mesmo pensar seriamente em fazer uma operação plástica, para não ser identificado, pois caso contrário, incorre no risco de a qualquer momento ser capturado e ir parar á penitenciária de alta Segurança do Tribunal Penal Internacional de Haia para prestar contas sobre os milhares de crimes hediondos que foram cometidos no solo Moçambicano contra a humanidade com a sua assinatura e consentimento.

         Anteriormente, tive oportunidade de referir através dos meus textos Zeca Caliate, Voz da Verdade, sobre o canalha Sérgio “Assassino” Vieira, que pessoalmente conheci pela primeira vez no famoso campo de Nachingwea em 1968/69, seguramente recorda-se de mim quando acabava de chegar áquele aquartelamento proveniente do Cairo, capital do Egipto, onde tinha sido expulso pelo governo daquele País por ingerência nos assuntos internos daquele País Árabe!! Também constava que tiveste algumas desavenças com os teus camaradas de representação da Frelimo naquele País, porque defendiam Uria Simango e tu defendias o canalha “Assassino” Samora Machel e o lunático do Marcelino dos Santos, quando os três formaram o TRIUNVIRATO para aldrabarem o vice-Presidente da Frelimo para depois o assassinar a sangue frio. O Vieira, foi expulso do Egipto para o Tanganyika, tendo sido recolhido pelo amigo Samora Machel, que lhe deu o tacho sem ter feito absolutamente nada pela Frelimo, e o nomeu para seu escrivão pessoal.

         Pessoalmente conheci e vivi com este Sérgio “Assassino” Vieira no mesmo barracão dos quadros que pertenciam o Estado-Maior da Frelimo em Nachingwea, onde passávamos a vida a cavar as machambas, abrir poços para encontrarmos água, construíamos abrigos desde antiaéreas, bunkers e baluartes para no caso de termos de nos defender do inimigo que Samora imaginava. As refeições eram todas tomados no refeitório juntamente com Samora Machel que fazia quase todos os dias os célebres discursos que não terminavam. Daí em diante, o Sérgio “Assassino” Vieira, colou-se ao também “Canalha Assassino” Samora Machel e em certa ocasião, começamos a verificar que ele estava a imitar Samora no seu andar e mesmo no falar etc. Mais tarde, ambos pareciam SÓSIAS...quem sabe se também partilhavam ´´outras coisas`` para haver tanta complicidade????.

         Quando em 1970, Samora Moisés Machel me nomeou Supervisor do batalhão e mais tarde adjunto comandante de Elias Sigauque depois de Fernando Matavela e posteriormente chefe do 4º sector ao Sul de Tete, Sérgio “Assassino” Vieira, nunca tinha assistido a um único combate contra forças inimigas, esteve sempre presente naquele no campo de Nachingwea agarrado ás barbas do Samora Machel e era um dos seus e maus conselheiros, próprio da sua Sociopatia. Foi em Abril de 1974, quando em Portugal surgiu o golpe militar que pôs termo á guerra do ULTRAMAR, que através dos ´´Comunas Amigos`` que alguns ainda andam por aí, entregaram á Frelimo o poder governativo como único representante do povo Moçambicano, o célebre Monopartidarismo e que levou este Partido Marxista-Leninista Maoista à implementação gratuita da desgraça humanitária, social e económica nos ultimos 41 anos e que se querem manter no Poder a todo custo.        

O Sérgio “Canalha” Vieira, continua a repetir a mesma música de acusar o Regime do Apartaid pela morte de seu SÓSIA Samora Machel, mas ele sabe mais que ninguém, quem foram os autores que planearam a morte do “Assassino” Samora Machel, pois naquela época, ele era chefe da Segurança do Presidente e de Moçambique, e fica bem claro que fazia parte do Plano ao lado do ´´TZOM`` Chissano para limpar o sarampo ao “Assassino” Machel. Para este animal, só existem Moçambicanos de primeira, os que defendem e servem a Organização Criminosa de Estado vulgo Frelimo. Todos os que se oponham e discordem dos Camaradas inúteis Assassinos, para ele Vieira, não são Moçambicanos nem de terceira. Dei-me conta que a certa altura o jornalista perguntou ao Sociopata Vieira, se achava que o Arcebispo Dom Jaime Gonçalves da Beira seria ou não um Heroi Nacional, por todo o seu percurso no auxilio á Paz?? Como seria de esperar, a resposta foi á altura do seu lambebotismo lunático...

Para este arruinado mental, são herois, pessoas como Malangatana, Craveirinha ou mesmo o grande traidor da Igreja Moçambicana o Sengulane, entre outros. Para estes Cleptocratas Assassinos, todos os que se prefilarem para serem reconheçidos como Herois Nacionais, têm que defender o Assassinato do Líder Afonso Dhlakama e os seus seguidores.

 

De relembrar, que quando eu andava por Nachingwea, tinha conheçimento de que o Joaquim Chissano, Marcelino dos Santos, Sergio “Assassino” Vieira e Mariano Matsinhe, estes crápulas era todos BUFOS ESPIÕES a trabalhar para a P.I.D.E. e alguns eram também agentes de outras agências de Inteligencia, caso do ´´TZOM CHISSANO`` agente com patente de Coronel do KGB Russo, e que há poucos dias o mesmo veio confirmar, perante as evidências públicas reveladas por um jornalista de investigação radicado na Europa, e Marcelino dos Santos para os Chinócas,etc,etc.

O próprio Mondlane, Leo Milas e Sthegi eram todos agentes BUFOS ao serviço da C.I.A. Americana.

Está claro e evidente que estes crápulas que enuncio, porque continuam todos vivos...os QUATRO da VIDAIRADA, todos eles faziam e fazem parte da agenda obscura nos assassinatos ao Presidente Mondlane e do Samora que provou do próprio Veneno.

 

Hoje quando aparece na STV a apresentar o seu drama de ódios contra a oposição, quando devia aparecer por ali com uma lista de nomes nas suas mãos a denunciar os verdadeiros autores não só de Samora Machel, como também de muitos outros Moçambicanos que foram injustiçados e chacinados sem julgamentos. Isso ele não comenta, pois é segredo de Estado diz ele, para desviar a conversa, quando é entrevistado pela jornalista que faz este tipo de pergunta e sempre repete os ataques e insinuações verbais à pessoa de Afonso Dhlakama, o Presidente da RENAMO e seus membros em especial os Deputados da bancada desse Partido representado na Assembleia da Republica que os apelida de terroristas. Há coisas engraçadas, após as eleições de Outubro de 2014, os Deputados da RENAMO vencedores nas Províncias de centro Norte, hoje revindicada por este Partido, não aceitavam a derrota eleitoral e não queriam tomar posse na Assembleia da República em protesto contra a vitória da Frelimo, todos da Teia do Gangue Frelimista criticavam esse procedimento dos Deputados da Oposição. Este podia ser um tema para o Sérgio “Assassino” Vieira levar aos seus comentários agora às Segundas-feira. Nada disso acontece e infelizmente já se esqueceu de que, durante a luta pela Independência Nacional, o Exército Colonial é que nos apelidava com esse nome de terroristas.

        “Canalha Assassino” Vieira, como comentador dessa STV Público, devia comentar as verdadeiras realidades que passam despercebidos no nosso País, por exemplo o desvio de grandes quantias em dinheiro para fins não esclarecidos, podia escolher um tema que falasse sobre os recém-criados ESQUADRÕES de morte que o seu Partido de Comunas Assassinos Frelimistas criaram para raptarem e eliminarem cidadãos Moçambicanos pelo facto de pertencerem a outras Organizações Partidárias. Mas como Sociopata que é, é obvio que a minha pergunta para si não terá qualquer sentido. Teria sim algum sentido se fosse dirigida a alguém que estivesse na totalidade das suas faculdades mentais o que não é o seu caso.

 

               No Reino Unido, França, Alemanha, Portugal, Itália, Espanha ou nas Américas do Norte e algumas do Sul, existem vários Partidos políticos e não se verificam este descaramento de raptar e assassinar fulano ou cicrano por não querer se inscrever no Partido X ou Y. Devia comentar por exemplo, sobre aquelas crianças que algumas não têm sequer 16/17 anos que o seu Partido Frelimo e Governo, por já não terem contingente militar suficiente para garantir a soberania do território Moçambicano, porque já morreram todos, andam a recrutar obrigatoriamente e compulsivamente meninos para serem utilizados como máquinas de guerra contra seus próprios irmãos que estão no outro lado da barricada e que lutam por uma justa causa...a Libertação do nosso Povo. Para mim estes miúdos inocentes, são obrigados a combater apenas para defender os vossos interesses e que querem continuar a mamar, oprimir, explorar o povo e são estas coisas que deveria comentar nas suas intrevenções e também comentar o cúmulo da muita miséria que se verifica no seio deste mesmo povo, embora algumas sejam provocadas pelas condições naturais, como seca e inundações etc., falta de habitações condignas para a população que Infelizmente vocês que (des)Governaram selvaticamente esse País, continuam a aumentar a carga de sofrimentos da população com às vossas politiquices. Chegou a hora de deixar para os outros o destino do País.

“Assassino” Vieira, achas mesmo que vocês se vão safar desta ??? KKKKKKKKK KKKKKKKK

Os últimos dias dão-nos indicações que a DITADURA está prestes a cair...por isso Resistentes, nada de desânimo porque a Vitória é certa.

Meus irmãos Moçambicanos, relembro-vos em consciência, a todos os resistentes a este regime sanguinário inconsequente, que enquanto as chefias radicais assassinas desse partido Frelimo não forem capturadas e encarceradas, o povo nao terá liberdade e sempre haverá alguém para enviar os ``cães de caça do regime`` para vos perseguir, agredir e eliminar.

FUNGULANI MASSO, lembrem-se bem, QUEM NÃO LUTA PERDE SEMPRE, A LUTA É CONTÍNUA.

            ZECA CALIATE, GENERAL CHINGONDO, UM DOS SOBREVIVENTES DA TEIA DO MAL FRELIMO.

 20 de Abril de 2016


Publicado por gruposespeciais às 19:55
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Terça-feira, 12 de Abril de 2016

A VERBORRÁICA DO REGIME DE LARÁPIOS ASSASSINOS, ATRAVÉS DOS GRANDES PENSADORES DA NOVA GERAÇÃO, OS CÉLEBRES ´´INTELECTUAIS E GRANDES PENSADORES DE CAFÉ DE CENTRO COMERCIAL`` (PARTE 2)

 

Zeca Caliate.JPG  

´´QUEM É ZECA CALIATE O TRAIDOR?`` perguntava o menino BONGOLE WA MACANDENE, vulgo Marcelo Mosse para a sua plateia de ´´YES MAN´S`` do regime.

           A resposta é simples meu menino, assumidamente, sou o ZECA CALIATE, o mesmo que traiu a Teia do mal Frelimo, sou o mesmo que traiu os planos desse Gangue Criminoso de Estado, quando essa escumalha de gentinha me tentou assassinar pelas mãos de ANTÓNIO HAMA THAI, sou o mesmo que traiu os planos de me tornar um lacaio dos Cleptocratas do Sul como aconteceu com o Bonifácio Gruveta, sou o mesmo que traiu os planos de me tornar um assassino como ´´VOÇÊS`` etc,etc,etc. Se me sinto um traidor??? deve o menino perguntar??... Visto por este prisma...sem dúvida, e voltaria a fazer exactamente a mesma coisa, mas talvez de maneira diferente, de forma a ajudar a evitar a catástrofe social, económica e humana em que voçês tornaram o nosso País. Jamais voltarei a pertencer a essa Organização denominada por Frente de Liquidação de Moçambique, pior que a PIDE/DGS na era colonial. Através do MOZREALBLOGUE, pude constatar que os meninos ´´PENSADORES`` do Regime da mão estendida do ´´TOU A PIDIRI`` vão demonstrando o colapso, decadência e desespero dos camaradas quando verificam que Zeca Caliate, Voz da Verdade não se cala e vai escrevendo as verdades sobre os feitos criminosos do Gangue de Estado Cleptocrata Criminoso vulgo Frelimo. Desta vez a resposta a um comentário do Sr. Emílio (Mia), que utilizou duas medidas para o mesmo peso, ou seja pôs em causa as forças da RENAMO e deixando de lado as da Frelimo, pois elas também existem, só não vê quem não quer vêr.

       Eu fui comandante da guerrilha de uma das frentes de combate para a libertação do nosso País. Não sou licenciado, mas estudei e sei ler, quando fui forçado a exilar-me desde 1974, e frequento as redes sociais e compreendo tudo o que se passa por aí. Em relação a voçês ´´comentarista de café de centro comercial``, dei-lhe uma resposta à sua medida, pois o menino Marcelo teve a ousadia de vir em defesa do Sr. Emílio. Por isso, voltei a pôr os pontos nos is porque não queria voltar a falar sobre esse senhor como disse nessa intervenção. Todavia, constato que nesse blog pro Frelimista, o menino Marcelo sem pejo algum, assina a paternidade desse comentário, pondo em causa a minha honestidade. Não é preciso ser-se muito inteligente para ver os comentários nas redes sociais sobre esse senhor Emílio, assim como tudo o que ele próprio diz. Recordo-me que ele escreveu de que estava a ser ameaçado de morte,... não sabemos por quem e porquê?? o Burguês Sr Emílio estava a escrever fora da linha partidária com toda a certeza. A seguir recebeu ´´Honoris Causa``, quem não leu isto? Toda a gente sabe que o Pai do Sr Emílio faleceu em Moçambique mas foi sepultado em Portugal,...e quem desconhece isto?? Só o Zeca Caliate tinha que desconhecer? O Sr Emílio criou uma fundação com o seu irmão mais velho, Fernando Couto, e todos o sabem. Só o Zeca Caliate teria que desconhecer?

         Vamos falar um pouco sobre fundações, muito tenho lido, e é o que não falta neste mundo e toda gente sabe como se sustentam, e as poucas vergonhas que praticam e suas várias finalidades. Qualquer um têm acesso à WIKIPÉDIA, certo?? que o Jornal Tribuana, que diz ter sido incendiado pelos colonos, como se ele não fosse também um colono!!!??? Mas como se tinha refugiado, e se tornou um defensor da Teia do Mal, já não se sente colono?? pensa ele... . Na Wikipédia, não diz que essas pessoas que iam a correr atrás do Jeep, tinha parado a poucos metros do Jornal. Qualquer um que tivesse lido os jornais de Moçambique de 8/9 de Setembro de 1974, e tenha ouvido a rádio, não esqueceriam isso. Para isso é preciso ser-se intelectual?? Sinceramente, só no meu País onde todos os problemas devem ser resolvidos intelectualmente!!!... Eu não me queria definir como intelectual, mas felizmente sou um ser pensante e tenho bom raciocínio. Contudo deixo o meu obrigado por me incluírem na lista dos intelectuais. Podem ter a certeza que o sou mesmo. Por isso, o Zeca Caliate passou a ser um defensor da RENAMO, e é por esta razão que os seus posts defende a mesma. A maioria dos meus leitores e amigos, que lê os meus posts do ´´Zeca Caliate Voz da Verdade``, constata que não falo apenas da Renamo, basta ler os textos e acompanhar a ´´REAL`` situação do País, para entenderem o que se pretende transmitir. Se a defendo em alguns posts, a Renamo, é porque acompanho quase ao segundo a desgraça política, económica e social que o Partido dos larápios assassinos-Frelimo, inflingem ao povo Moçambicano diáriamente.

           Alguém me poderá questionar, o porquê do Zeca Caliate apoiar e defender a RENAMO?? neste momento acho que é através da Renamo que se conseguirá a tão almejada democracia, e terão sim o meu apoio. Qual o problema?? Pois esse Partido é mais dinâmico, representativo e democrático. Por isso, vale a pena apoiar a Renamo, e também por ser uma força que luta incansávelmente ao longo de vários anos para uma mudança em Moçambique. Para ser sincero Apoio todos os que estiverem na oposição à TEIA dos ASSASSINOS DA FRELIMO.

        

 


Publicado por gruposespeciais às 20:30
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Sexta-feira, 8 de Abril de 2016

Biografia de Zeca Caliate (ex - Comandante da Frelimo)

    

Zeca Caliate.JPG

   Zeca Caliate Maguaia, nascido a 5 de Janeiro de 1948, natural de Milange, Província da Zambézia.

             Militante da Frente de Libertação de Moçambique Frelimo, desde Setembro de 1963 e no ano seguinte; Isto é, em 1964 juntei-me ao primeiro grupo de guerrilheiros treinados na Argélia e com eles, embora destreinado, iniciamos a luta armada na frente Zambeziana no dia 25 de Setembro de 1964, que acabou fracassada por falta de abastecimento de material bélico. Pois o Governo de Malawi, sob liderança de Dr. Hasting Kamuzu Banda, nunca aceitou a passagem de material no seu território para uma luta contra Portugal.

         Todavia em Novembro do mesmo ano fomos todos evacuados para Tanganica, onde eu mais alguns ex-camaradas que ainda não estávamos treinados militarmente, fomos enviados para o Campo de preparação física e ideológica da Frelimo sito na vila de Bagamoyo, ali permanecemos durante três meses e por fim fomos enviados novamente para o primeiro Campo de Treinos militares em Kongwa, Província de Dodoma. Concluídos os treinos militares, meus ex-colegas foram enviados para a Província da Zambézia via Niassa; Infelizmente não chagaram ao destino, a companhia foi interceptada e destroçada em Micanhela pelo exército Português muitos morreram e alguns que escaparam, atravessaram a fronteira de Moçambique para o Malawi, ali foram feitos prisioneiros em Zomba, onde estiveram encarcerados durante alguns meses depois foram soltos e enviados para o Tanganica. Eu depois de concluir o treino militar, fui destacado a chefiar um pequeno grupo de Segurança que foi enviado para Residência de Dr. Eduardo Mondlane em Oster Bay, Dar-es-Salam, onde permanecemos até em Março de 1966 salvo erro. De novo, regressamos para o Campo Militar de Kongwa, onde ficamos a aguardar às novas tarefas para cumprir.

           De referir que nessa altura, chefe máximo de Departamento da Defesa e Segurança da Frelimo, era Filipe Samuel Magaia. Enquanto Samora Machel, comandava o campo militar de Kongwa e servia de adjunto de Filipe Magaia e acabava de receber ordens da sua transferência para comandar o novo Campo militar de Nachingwea com Instrutores Chineses.

          

                


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Sábado, 26 de Março de 2016

Omar Ribeiro Thomaz fala das pessoas que foram levadas para os chamados campos de reeducação

 

Num processo difícil, de guerras entre brancos e negros, nativos e colonizadores, Moçambique conseguiu sua independência em 1975, mas o período de transição foi marcado pela instituição de medidas impopulares que deixaram cicatrizes em boa parte da população.

 

O historiador e antropólogo Omar Ribeiro Thomaz, da Universidade Estadual de Campinas, voltou recentemente de uma de suas viagens a Inhambane, uma província de Moçambique, onde tem acompanhado um grupo de pessoas que foram levadas pela Frelimo – Frente de Libertação de Moçambique, a partir de 1975 - para trabalhar em campos que abrigavam pessoas tidas como desocupadas, inúteis, indesejadas, pelo governo e que, então, deveriam ser reeducadas, a partir do trabalho braçal no campo. Esse projecto, denominado Operação Produção, foi uma das medidas adoptadas. Nesta entrevista, Thomaz dá uma ideia do contexto histórico em que essas acções acontecem e fala um pouco sobre o destino das pessoas que passaram pela Operação Produção.

 

ComCiência - Em seu trabalho o senhor trata dos deportados no período pós-colonial em Moçambique, pessoas que eram levadas dos centros urbanos para os campos de reeducação criados logo após a independência. O que o senhor tem descoberto pelas narrativas dessas pessoas? A actuação da Frelimo marca realmente uma ruptura entre o período colonial e o pós-colonial?

Omar Ribeiro Thomaz – A primeira coisa a dizer é que trabalho com a ideia de deportado, mas as pessoas que passaram por essa experiência se dizem raptadas. Em alguns contextos elas de fato foram sequestradas pela Frelimo ou pela Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) durante a guerra civil. Eu uso o termo deportação, que não é o termo que o Estado da Frelimo usava, para me referir às pessoas que eram enviadas para os campos, fossem os de reeducação ou os de trabalho. E uso o termo raptados para aqueles que foram sequestrados durante a guerra civil, por parte da Renamo, que era o movimento que se opunha ao governo da Frelimo, e que compunha a maior parte do seu exército com jovens que pegavam nas ruas, sem consultar os pais e sem nenhum processo formal. Isso era um rapto, um sequestro. As pessoas que eu entrevistei diziam: “fomos raptadas”. Elas faziam uso do mesmo termo que se usa para falar das pessoas que foram raptadas efectivamente pelos exércitos, quer da Renamo, quer da Frelimo, que muitas vezes usava do mesmo expediente.

 

ComCiência – Em que contexto surgiram os campos de reeducação?

Omar Ribeiro Thomaz – O contexto é o da guerra de independência de 1964 a 1974. Em abril de 1974, a Revolução dos Cravos em Portugal acabou ditando uma certa disponibilidade dos portugueses para negociar com a Frelimo que, na prática, tinha também uma vitória militar, pois os movimentos de libertação africanos estavam ganhando as guerras em Moçambique, Guiné Bissau e Angola. A Frelimo já sinalizava a formação de um regime de natureza revolucionária, marxista-leninista, e mesmo sem clareza do que estava por vir, a maioria da população branca, criada na sociedade colonial fascista portuguesa – cerca de 200 mil pessoas, que moravam em Moçambique – não se mostrava disposta a viver uma revolução ou sob um regime de maioria negra, onde não pudessem manter privilégios. Nesse período, de muitos conflitos entre brancos e negros nas cidades, boa parte dessa população branca abandona o país rumo a Portugal. Alguns permaneceram, mas procuraram sabotar iniciativas do regime que se instalava. Outros eram apenas suspeitos de sabotagem. A esses, sendo portugueses, era aplicada uma punição: tinham 24 horas para abandonar o país e podiam levar 20 quilos de bagagem. Essa medida ficou conhecida como o 20-24 e aconteceu com uma certa frequência nos anos posteriores aos acordos entre a Frelimo e Portugal e após a independência, em junho de 1975. Logo após o estabelecimento dos acordos entre Portugal e a Frelimo – em 7 de setembro de 1974 – ocorreu o início de uma série de expedientes de ordem administrativa que vão dar origem ao que posteriormente vão se chamar de campos.

 

 


Publicado por gruposespeciais às 19:33
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Sexta-feira, 25 de Março de 2016

"EMBARRIGUECIMENTO DOS LIBERTADORES"

Canal de Opinião por Noé Nhantumbo

 

As lutas independentistas e os Não-Alinhados estão sendo desmascarados a cada dia que passa.

 

O “barco está no mar alto sem porto seguro à vista”.

 

Valeu a pena ter havido gloriosas e sacrificadas lutas pela Independência nos países de todo o mundo. Nem tudo foi em vão.

 

Valeu a pena ver gente com fibra e com coragem e princípios batendo-se com honradez pela Independência.

 

Valeu a pena sonhar por um hino e por uma bandeira.

 

Mas de tudo pelo que se teve que passar, hoje existem mais do que suficientes razões para questionar procedimentos e resultados.

 

Olhar para trás e chegar à conclusão de que muito do que nos diziam era um simulacro, uma cascata de “slogans” que não se concretizaram, é desolador.

 

Uma mão-cheia de combatentes que de armas se bateu contra o colonialismo e outras formas de dominação, especialmente em África, deixa muito a desejar, se tivermos que ser honestos na avaliação.

 

O mundo jamais foi linear, e a complexidade dos assuntos muitas vezes ultrapassa a capacidade dos protagonistas enxergarem e produzirem soluções pertinentes.

 

Olhar de frente para o que nos rodeia, nos é a dado a ver, e concluir que os nossos “libertadores” acabaram por defraudar as expectativas que existiam, é constrangedor. Afinal eles queriam o poder em si, e não para alterar as relações de poder ou trazer a propalada democracia política e económica. Prometeram ao povo que libertariam a terra e os homens. Isso, em parte, aconteceu.

 

Mas a realidade de hoje desmente sem dúvida de nenhum tipo que fomos enganados e da maneira mais copiosa.

 

Aquilo que de terra era considerado sagrado foi sendo sucessivamente vendido, alienado e entregue aos mesmos que ontem colonizavam.

 

O que nos diziam que seria uma nova era de desenvolvimento acabou tornando-se numa fábrica de sonhos, numa fábrica de assalariados pobres, miseráveis vivendo na indigência. Se antes era o colono português que insultava, hoje são os chineses, angolanos e brasileiros. Uma e outra vez, portugueses retornados ou que nunca haviam cá estado insultam num regresso típico de racismo. Até nas praias, sul-africanos tutelando estâncias turísticas barram a entrada dos nativos. É a realidade sem remendos nem pinturas de “analistas de fim-de-semana”.

 

Tanta mascarada, tanta falsificação, tanto sangue derramado em nome de ideologias que hoje vemos jamais terem existido.

 

Matou-se compatriotas em nome de uma suposta revolução, catalogou-se compatriotas de “lacaios do capitalismo”, e hoje quem o fazia estabelece “joint-ventures” com multinacionais a velocidade incrível. Num oceano de secretismo, temos em Moçambique pessoas retalhando o país conforme a sua hierarquia e apetites.

 

 

 


Publicado por gruposespeciais às 19:31
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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

FRAUDES MACIÇAS NAS ELEIÇÔES EM MOÇAMBIQUE

FRAUDES MACIÇAS NAS ELEIÇÔES EM MOÇAMBIQUE

O Governo pagou 20.753.000 dólares a nikuv de Israel para viciar o processo eleitoral

O processo eleitoral ainda em curso esta eivado de gravíssimas irregularidades. Houveram serias situações de trocas de urnas e repetição de votantes. Grande parte dos membros da Frelimo tinham vários cartões de eleitor. Houve registo de vários camiões transportando zimbabweanos com BI e cartão do eleitor. A demora na divulgação dos resultados tem a ver com a espera do processo químico que irá apagar a tinta da caneta no boletim do voto. Apesar de a Frelimo anunciar a sua "retumbante vitoria" a Renamo lidera em 5 províncias e serão nestas que formará o futuro novo pais.

 

NIKUV

A nikuv é uma obscura empresa de tecnologia de informação israelita com fortes ligações com a Mossad (agencia secreta de Israel, a mais eficiente do planeta). A nikuv cria softwares avançados para produção de BI, passaportes, digitalização de impressões digitais, etc. e este no centro da polémica na adulteração dos resultados nas eleições do Zimbabwe que dariam vitoria a Morgan Tsvangirai.

 

Foi com a grande colaboração do Zimbabwe que o governo de Moçambique pagou 20.753.000 dólares a nikuv. Para esta soma chegar ate a nikuv, usaram um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro. Em Moçambique que ajudou a pagar 75% do valor e um empresário ligado a Frelimo chamado Gulamo. Um intermediário transferiu o valor em marco deste ano para uma empresa de capitais zimbabweanos a operar numa das ilhas pertencentes a Inglaterra chamada New Jersey (não confundir com a cidade americana). De seguida transferiram 19.207.000 dólares para um magnata da Arabia Saudita e este sua vez forneceu a nikuv petróleo com o mesmo valor. Assim apagaram o rastro.

Feito o negócio, a nikuv despachou para Moçambique 6 especialistas em hacking, que entraram via terrestre a partir da fronteira com a Tanzânia usando passaportes falsos. Desta forma vários dados dos eleitores no sistema informático foram adulterados e também criaram um malware que adultera automaticamente em 7% a favor do nyusi os resultados. Eles também poderão recorrer a técnica de fishing para desviar e adulterar os dados usando scripts da linguagem de programação c++ (comandos if... then, ou update, insert, alter, delete, etc). Os resultados já estão cozinhados para: nyusi 55%, Dlhakama 37-38% e Devis 10-12%.

O Unay Cambuma teve esta informação no domingo mas absteve se em publicar para não desmotivar os eleitores.

Outras informações indicam que os serviços secretos dos paíes doadores infiltraram seus agentes para monitorar as fraudes da Frelimo e todas as provas serão apresentadas publicamente dentro de dias. O mais certo é que estas eleições serão anuladas.

 

Maputo, 15 de Novembro de 2014

Unay Cambuma


Publicado por gruposespeciais às 21:20
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