Sábado, 28 de Dezembro de 2013

Carta Aberta ao Presidente de Moçambique

Por  Carlos Nuno Castel-Branco

Senhor Presidente, você está fora de controlo. Depois de ter gasto um mandato inteiro a inventar insultos para quem quer que seja que tenha ideias sobre os problemas nacionais, em vez de criar oportunidades para beneficiar da experiência e conhecimentos dessas pessoas, agora você acusou os media de serem culpados da crise política… nacional e mandou atacar as sedes políticas da Renamo.

A crise político-militar que se está a isntalar a grande velocidade faz lembrar as antecâmaras do fascismo. Em situações semelhantes, Hitler e Mussolini, Salazar e Franco, Pinochet e outros ditadores militares latino-americanos, Mobutu e outros ditadores africanos, foram instalados no poder, defendidos pelo grande capital enquanto serviam os interesses desse grande capital, e no fim cairam.

Será que você, senhor Presidente, se prepara para a fascização completa do País? Destruir a Renamo, militarmente, é um pretexto. Fazer renascer a guerra é um pretexto. Parte do problema dos raptos – não todo – e do crime e caos urbano é um pretexto. Permitir a penetração da Al Quaeda em Moçambique é um pretexto. Pretexto para quê? Para suspender a constituição e aniquilar todas as formas de oposição, atirando depois as culpas para os raptores e outros criminosos e terroristas, ou para aniquilá-los em nome da luta pela estabilidade.

Senhor Presidente, você pode estar a querer fascizar o País, mas não se esqueça que a sua imagem e a do seu partido estão muito descredibilizadas – por causa de si e do seu exército de lambe botas. E essa credibilidade não se recupera com palavars e com mortos. Só se pode recuperar com a paz e a justiça social. O que prefere, tornar-se num fascista desprezível e, a longo prazo, vencido? Ou um cidadão consciente e respnsável que defendeu e manteve a paz e sugurança dos cidadãos, evitando a guerra e combatendo o crime?

Senhor Presidente, você tem que ser parte da solução porque você é uma garnde causa do problema. Ao longo de dois mandatos, quem se rodeou de lambe botas que lhe mentem todos os dias, inventam relatórios falsos e o assessoram com premissas falsas? Quem deu botas a lamber e se satisfez com isso, com as lambidelas? Quem se isolou dos que realmente o queriam ajudar por quererem ajudar Moçambique e os moçambicanos, sem pretenderem usufruir de benefícios pessoais? Quem preferiu criar uma equipa de assessores estrangeiros ligados ao grande capital multinacional em vez de ouvir as vozes nacionais ligadas aos que trabalham honestamente? Quem insultou, e continua a insultar, os cidadãos que apontam problemas e soluções porque querem uma vida melhor para todos (meamo podendo estar errados, honestamente lutam por uma vida melhor para todos)?

Quem acusa os pobres de serem preguiçosos e de não quererem deixar de ser pobres? Quem no principio e fim dos discursos fala do maravilhoso povo, mas enche o meio com insultos e desprezo por esse mesmo povo?

Quem escolheu o caminho da guerra e a está a alimentar, mesmo contra a vontade do povo maravilhoso? Quem diz que a guerra, e o desastre humanitário a ela associado, é um teste à verdadeira vontade de paz do povo maravilhoso? Por outras palavras, quem faz testes politicos com a vida do povo maravilhoso? Quem deixa andar o crime, a violência e a pobreza, quem deixa andar a corrupção, o compadrio e as associações criminosas? Quem nomeia, ou aceita a nomeação, de um criminoso condenado a prisão maior para comandante de uma das principais forças policiais no centro do país?

Quem se apropria de toda a riqueza e ao povo maravilhoso oferece discursos e dessse maravilhoso povo quer retirar (ou gerir, como o senhor diz) qualquer expectativa? Quem só se preocupa com os recursos que estão em baixo do solo, mandando passear as pessoas,os problemas e as opções de vida construídas em cima desse solo? Quem privatiza os benefícios económicos e financeiros dos grandes projectos, e depois mente dizendo que ainda não existem?

Quem se defende nos media internacionais dizendo que passou todos os seus negocios para os familiares enquanto é presidente – e quem é suficientemente idiota para aceitar isto como argumento e como defesa?

Quem divide moçambicanos em termos raciais e étnicos, regionais e tribais, religiosos e políticos – já agora, o que são moçambicanos de gema? Serão os autómatos despersonalizados e ambiciosos que nascem das gemas dos seus patos? O que são moçambicanos de origem asiática, europeia ou africana – são moçambicanos ou não são?

Quem ficou tão descontrolado que hoje acusa os media de serem criadores do clima que se vive no país – foram os media que se apropriaram das terras, iniciaram uma guerra, deixam andar o crime urbano e foram pedir conselhos ao Zé Du? Que tipo de media você quer? Um jornal noticias que não tem uma referência destacada a três grandes manifestações populares pela paz e seguranca e justiça social que aconteceram ontem no nosso país, embora tenha uma noticia sobre manifestações contra violações no Quénia? Porque é que as manifestações dos outros são verdade e as nossas mentira?

E, já agora, senhor Presidente, pode esclarecer-nos quem matou Samora?

Senhor Presidente, você não merece representar a pérola do Indico nem liderar o seu povo maravilhoso. E desmerece-o mais cada dia. Você foi um combatente da luta de libertação nacional e um poeta do combate libertador, mas hoje não posso ter a certeza que liberdade e justiça tenham sido seus objectivos nessa luta heróica.

O povo maravilhoso, ontem, prestou homenagem a Mocambique, a Mondlane e Samora, aos valores mais profundos da moçambicanidade cidadã e da cidadania moçambicana. Foi bonito ver as pessoas a manifestarem-se por causas justas comuns, a partilharem a água e as bolachas, a abraçarem-se e distribuirem sorrisos, a apanharem o lixo que uma tão grande multidão não poderia deixar de criar. Foi bonito ver quão bonitos e cívicos Moçambique e os moçambicanos, na sua variedade, são. Foi bonito ver os cidadãos aplaudirem a polícia honesta e abraçarem os seus carros, e os polícias absterem-se de atacar os cidadão. Foi bonito ver que conseguimos juntar uma multidão consciente, cívica e honesta, que o seu porta voz partidário, Damião José, foi incapaz de desmobilizar. Foi bonito ver a bandeira e o hino nacionais a cobrirem todos os moçambicanos, moçambicanos que são só moçambicanos e nada mais.

E no seu civismo e afrimação da cidadania moçambicana, esta multidão para si só tinha três palavras: “fora, fora, fora”. Tenha dignidade e, pelo menos uma vez na vida, respeite os desejos do povo. Reuna os seus patos e saia, saia enquanto ainda há portas abertas para sair e tempo para caminhar. Não tente lutar até ao fim. Isso só vai trazer tragédia, mortes e sofrimento para todos e, no fim, inevitavelmente, você e todos os outros belicistas, criminosos e aspirantes a fascistas, sejam de que partido forem, serão atirados para o caixote do lixo da história. Saia enquanto é tempo, e faça-o com dignidade. Ninguém se esquecerá do que você fez – de bem e de mal – mas perdoa-lo-emos pelo mal por, pelo menos no fim, ter evitado uma tragédia social e saído com dignidade.

Que, pelo menos, o seu último acto seja digno e merecedor deste povo maravilhoso. E, enquanto se prepara para sair, por favor devolva ao país e ao Estado a riqueza de que você, a sua família e o seu grupo de vassalos e parceiros multinacionais se apropriaram. Leve os seus patos mas deixe o resto. E, por favor, use as presidências abertas, pela última vez, mas para se despedir, pedir desculpas e devolver a riqueza roubada.

Saia, senhor Presidente, enquanto ainda é suficientemente Presidente para sair pelas suas próprias pernas.

Você sabe, de certeza, o que quer dizer “A Luta Continua!” Então, saia.

E não perca tempo a abater ou mandar abater ou encorajar a abater ou deixar abater alvos seleccionados, sejam eles quem forem. O sangue de cada um desses alvos só vai engrossar ainda mais o rio em cheia que o atirará a si, e seus discípulos, como carga impura, para as margens do rio poderoso fertilizadas pela luta popular. O povo não morre, e é o povo, não um alvo seleccionado, seja quem for, quem faz a revolução. Não se esqueça que a fúria do rio em cheia é proporcional à água que nele flui e à pressão que sobre ele exercem as margens opressoras.

Senhor Presidente, não tente fascizar Moçambique. Se o fizer, pode levar tempo, podem muitas vidas ser encurtadas pelas suas forças repressivas de elite, mas se seguir este caminho, você sairá derrotado. A história não perdoa.
Adeus, senhor Presidente, vá descansar na sua quinta com a sua família e dê à paz e à justiça social uma oportunidade nesta pérola do Índico e em benefício do seu maravilhoso povo. Por favor.

Não lhe queremos mal. Mas, acima de tudo, queremos a paz e que os benefícios do trabalho fluam para todos.



Fonte: http://www.mozmaniacos.com/2013/11/carta-aberta-ao-presidente-de-mocambique.html#ixzz2ood170kY

 

 

Grupos Especiais - Moçambique

28 de Dedembro de 2013


Publicado por gruposespeciais às 23:34
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Terça-feira, 29 de Outubro de 2013

Escrever a história de Moçambique não é linear, mas urgente

CANAL DE OPINIÃO por Noé Nhantumbo

Tragam os “libertadores” à mesa e que se expliquem…

Alas se digladiando e o povo sucumbindo…

Algumas das causas da crise actual no País remontam dos tempos em que se combatia contra o colonialismo português.

Aquela intolerância quase sempre característica de uma liderança que não admitia concorrência ou pontos de vista contrários aos seus evidencia-se os dias de hoje.

Quando se fala de caldo entornado ou se entornando refere-se ao facto de que o diálogo supostamente destinado a produzir consensos apaziguadores e um ambiente de confiança entre as partes desavindas.

Se hoje aparece a Renamo contra a Frelimo antes a oposição era dentro da mesma Frelimo e um tratamento de choque radical foi a escolha de ala contra a outra. Assassinatos políticos caracterizaram os primórdios da independência sob a justificação de que se travava de contra-revolucionários que estavam atentando contra os interesses dos moçambicanos, foram chamados de traidores e sem direito a julgamento foram mortos.

Agora que a propalada revolução “morreu de morte morta” onde estão os revolucionários e os contra-revolucionários?

Se temos alas goesas, guebusinas, chissanista dentro da Frelimo quem põe o “guizo ao gato”?

Andaram dizendo tanto para neste momento estarmos no fundo do poço do capitalismo selvagem? Como explicar que se tenha promovido tanta intolerância que levou ao extermínio de “camaradas”?

Não se pode questionar a necessidade de obediência a critérios no processo de uma política e militar desigual e dependente de altos níveis de inteligência e secretismo operacional.

Não se pode recusar que “a revolução defende-se”. Mas onde sempre esteve tal revolução? O mecanicismo socialista ou revolucionário proposto e imposto era a tal revolução que visava criar o “homem novo”?

Tudo indica que o combate visava uma bandeira diferente mas que seus líderes estavam mais inclinados em replicar o modelo de vida das elites “revolucionárias” soviéticas e chinesas. Uma classe de funcionários do partido obedecendo as instruções e orientações de uma liderança quase não humana, infalível deveria assegurar através do trabalho demilhões de pessoas que os especiais e eleitos tivessem todos os dias caviar e champanhe.

Negar este sistema era motivo suficiente para ser detido, preso, interrogado e deportado para campos chamados de reeducação. Alguns altos representantes da “linha revolucionária” triunfante ainda manifestam pesar por não existirem mais campos de reeducação e Moçambique.

Esta é a realidade moçambicana. Uns querendo sempre se impor a maioria em nome e com base na sua participação na luta armada de libertação nacional e outros tendo que se resignar à sorte de cidadãos de segunda.

Agora que se lançou uma ofensiva contra parte daqueles que se declaravam guardiões da revolução, a “famigerada” ala de Goa muitos se admiram da desfaçatez de ex-camaradas. Mas na essência é a roda da história de um movimento político que cresceu cultivando a intolerância.

Nestes dias em que se agudizam sinais de uma tentativa de reinstalação de uma atmosfera ditatorial e de eliminação da oposição só pudemos falar de um recuo real de tudo que parecia alcançado e assegurado.

Tratar as questões por fases, primeiro inviabilizar a Renamo e depois lidar com o MDM pode ser a estratégia eleita.

Combinar a obediência a uma liderança que soube eliminar silenciosamente a oposição interna no partido e tomar contra dos instrumentos económicos e financeiros está seguido à risca.

Sejamos coerentes e encontraremos algumas verdades que não nos querem dizer. O congresso de Pemba foi crucial para obliterar a oposição no seio da Frelimo. Quando os “históricos” são relegados a peças de museu e não lhes é permitido pronunciarem--se é indicativo inequívoco de um assalto ao poder com todas as suas consequências.

Não sejamos cegos nem surdos num momento grave da história nacional.

Moçambique pode descambar para uma ditadura sanguinolenta a qualquer momento.

É da responsabilidade de todos alguma coisa fazer para travar gente com apetites devoradores.

Não se pode um dia que seja na denúncia de atitudes e procedimentos contrários a conivência democrática pois esta é a única que pode garantir a paz, estabilidade e desenvolvimento em Moçambique.

O jogo da constitucionalidade é praticado pelos que se querem perpetuar no poder.

Aí esgrimem todos os trunfos e recusam qualquer cedência.

A paridade não é nenhum diabo que vai interromper o tal apregoado desenvolvimento, pelo contrário.

O que não foi resolvido a contento aquando do AGP pode muito bem ser corrigido com frontalidade, abertura e sobretudo sem subterfúgios.

Nunca é tarde para defendermos nosso País e seu povo das garras dos abutres…

 (Noé Nhantumbo)

CANALMOZ – 29.10.2013


Publicado por gruposespeciais às 15:12
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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

A DEMOCRACIA EM MOÇAMBIQUE CAMINHA PARA O FIM?

Estação dos Caminhos de Ferro - Maputo 

 

Peço desculpa por ainda não ter abordado a minha vida nos Grupos Especiais (GE), mas ainda não vai ser desta vez, porque há assuntos que considero mais urgentes e que são relativos à actual situação política em Moçambique.
Em Moçambique vive-se, neste momento, num regime falsamente chamado democrático, uma vez que a chamada Oposição não constitui uma alternativa de poder. O maior partido da Oposição, a Renamo, está num processo de “autofagia”, o que, a quatro meses de um processo eleitoral, não pressagia nada de bom.
 A Casa de Ferro - Maputo
Por outro lado, a Frelimo instituiu um clima de medo no País, que dificulta as movimentações do novo partido, Movimento Democrático de Moçambique (MDM), que está a ter uma forte adesão da juventude e das classes mais instruídas, cenário que está a provocar, dentro da Frelimo, uma forte agitação.
Tenho recebido largas centenas de mensagens que abordam os mais variados temas, tem a ver com a forma como deve ser passada a mensagem da MUDANÇA, mas há um tema que é, quase comum: “ Como será a vida, em Moçambique, pós-Frelimo?”.
E o que é curioso é que esta questão, também é colocada por “frelimistas”. Daqui concluir que Moçambique, ainda, vive uma situação fascismo mascarado. A Frelimo domina todas as actividades, sejam elas económicas, culturais, políticas, etc., com um sentido paternalista muito forte, não deixando desabrochar qualquer movimento pró-democracia. O objectivo da Frelimo passa por conseguir uma maioria qualificada de dois terços, a fim de poder modificar o regime. A Frelimo nunca conseguiu interiorizar a sua derrota concretizada nos Acordos de Roma, em 1992 e tudo tem feito para voltar à situação anterior aos referidos Acordos.
 
Imagem da Fortaleza - Maputo
Há outra questão que é comum a uma grande maioria das mensagens e que é o desconhecimento da história de Moçambique nos últimos 35 anos. Tenho procurado passar a informação de que o passado da Frelimo é tenebroso e que esse passado começou com o assassinato, pela própria Frelimo, do seu presidente Eduardo Mondlane. Ainda não encontrei uma pessoa que fosse que tivesse conhecimento desses factos. As reacções convergem para duas conclusões retiradas pelos próprios:
1 – A incredulidade perante os factos, um sentimento de revolta e o temor que outras coisas do mesmo género possam acontecer, num futuro próximo, se a Frelimo venha a conseguir um poder ainda mais absoluto;
2 – A desilusão das pessoas que pensavam que achavam a Frelimo um partido impoluto e não um grupo de assassinos e afirmam “A História que nos ensinaram, afinal, não passa tudo de uma mentira” ou “O Paraíso que nos descreveram, foi, afinal um Campo de Morte”.
 Estação dos Caminhos de Ferro - cidade da Beira
Através deste Blog, peço a todos os Democratas que apoiem os Democratas Moçambicanos que se estão a rever no MDM para um futuro melhor, mais próspero, mais livre e mais justo para Moçambique.
Usem e abusem do meu Mail, que eu farei chegar as mensagens aos destinatários.
Obrigado a todos
Álvaro Teixeira
 
Já depois deste de ter colocado este "Post" no meu Blog, recebi esta mensagem de Moçambique, da parte do Engº. Daviz Simango:

"Nacala 9/6/2008

Houve tentativa de atentado, mas graças a Deus, ele protegeu-nos.
A democracia em Moçambique está cada vez mais a deteriorar-se só você pode salvar Moçambique.
Porque juntos podemos! "

Isto é extremamente preocupante e confirma tudo o que escrevi no "Post".
 
Anexo a mensagem enviada para:
- Presidente da República Portuguesa
- Primeiro Ministro de Portugal
- Secretário-Geral da ONU
- Presidente dos EUA, Barack Obama
"
I am Portuguese, but y love Mozambique. The notices that y received of Mozambique are very preoccupied. The democracy it's on danger. Yesterday, on Nampula, Mozambique, is one attempt of one someone's life of Daviz Simango, president of the democrat party MDM. This party is founded of a son of a hero of the Liberation War, in Mozambique, Urias Simango, vice-president of Frelimo, and killed by Frelimo.
Y has a blog about Mozambique: http://guposespeciais.blogs.sapo.pt
The messages that y received of the people of Mozambique are very preoccupying. This case is a preoccupation of the Democratic World.
Democratic salutations.

 

"

 

Publicado por gruposespeciais às 15:58
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